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Ouro cai com aumento das reservas da China

Ouro cai com aumento das reservas da China

Em janeiro, o Banco Popular da China ampliou suas reservas de ouro em 40 mil onças troy, estendendo para 15 meses consecutivos a sequência de compras do metal precioso.

A aquisição foi a maior desde novembro de 2024, quando o banco central retomou de forma mais ativa a acumulação de ouro. O movimento ocorreu em meio a uma acentuada deterioração dos mercados de metais no fim do mês.

Ao longo de janeiro, os preços do ouro e da prata atingiram máximas históricas, impulsionados por um aumento da demanda especulativa. No entanto, em 30 de janeiro, o mercado sofreu uma reversão abrupta: o ouro recuou 10% em uma única sessão, enquanto a prata despencou 16%. O cobre também registrou queda expressiva, de 5,7%, no mesmo dia.

Essa sessão foi uma das mais negativas para o mercado de metais nos últimos anos. Após a liquidação, os preços ensaiaram uma recuperação, mas a volatilidade permaneceu elevada.

Em meio ao colapso, fundos hedge e grandes traders intensificaram as vendas. Dados de mercado indicam que as posições compradas em ouro recuaram 23% ao longo da semana.

Ao mesmo tempo, os bancos centrais mantiveram o ritmo de acumulação de reservas. O volume acumulado de compras oficiais de ouro já supera 860 toneladas métricas desde o início de 2025. Embora esse total seja inferior ao observado em cada um dos últimos três anos — quando as aquisições ultrapassaram 1.000 toneladas métricas —, ele ainda se mantém em patamares historicamente elevados.

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